Ficha corrida da banda:
Nacionalidade: inglesa
Período de atividades: 1978 até hoje
Estilo/Gênero: Rock/New Wave, Punk
Álbuns de estúdio: 9 até o momento
Site oficial: http://www.thepretenders.com/
Debut (1980) - Ouça aqui o disco completo!
Sobre o disco:
Line-up: Chrissie Hynde (vocal, guitarra), Martin Chambers (bateria, backing vocals), Peter Farndon (baixo, backing vocals), James Honeyman-Scott (guitarra, teclado, backing vocals), Chis Thomas (teclado), Gerry Mackelduff (bateria), Geoff Bryant (trompete), Henry Lowther (trompete), Jim Wilson (trompete), Chris Mercer (saxofone).
Cotações:
All Music Guide (0 a 5): 5
Robert Christgau: A-
The Music Box (0 a 5): 4,5
Rolling Stone (0 a 5): 5
Charts:
E.U.A.: 9º
Reino Unido: 1º
Sem dúvida um dos discos mais legais lançados no ano de 1980, a estreia dos Pretenders deu muito o que falar graças a sua mistura original e agradável de punk com pop. Muitos críticos o consideram um dos melhores debuts da história.
O canto sexy e confiante de Chrissie Hynde unido às soluções originais e bem boladas do guitarrista James Honeyman-Scott, transformaram todas as faixas do disco em um material muito interessante. Sem falar nas letras de Hynde que nada tem de frágeis e sentimentaloides, ao contrário do que poderia pensar algum ouvinte preconceituoso, pelo fato da compositora ser mulher.
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| Nick Lowe errou feio! |
Um fato curioso é que o produtor do grupo, Nick Lowe, após auxiliar na gravação do single Stop Your Sobbing (um cover da banda The Kinks), resolve abandonar o grupo por julgar que era perda de tempo, pois em sua opinião, os Pretenders não iriam longe. Será que ele estava errado?
Se você nunca ouviu a banda...
O bom e velho rock, só que com uma levada diferenciada. Riffs criativos, energia, execução competente e nada rebuscada.
Apesar de trazer o peso do punk, as composições são misturadas ao pop de forma inteligente, facilitando assim a aceitação pelo público. Mas nunca caindo na vala-comum do pop fácil e descartável.
Se você nunca ouviu a banda...
O bom e velho rock, só que com uma levada diferenciada. Riffs criativos, energia, execução competente e nada rebuscada.
Apesar de trazer o peso do punk, as composições são misturadas ao pop de forma inteligente, facilitando assim a aceitação pelo público. Mas nunca caindo na vala-comum do pop fácil e descartável.














