Lema da Central Musical: Anos 80

Não é necessário gostar de tudo, mas por que não conhecer? - Uma audição crítica de todos os álbuns lançados na década de 80.

Disco do dia: Saci Pererê - Black Rio

18 de mai. de 2011 comentários
O que é isso?



Ficha corrida da banda:
Nacionalidade: brasileira
Período de atividades: 1976 até hoje
Estilo/Gênero: MPB, Samba, Soul, Jazz/Instrumental Brasileiro, Funk, Samba-Funk
Álbuns: 5 até o momento
Site oficial: http://www.myspace.com/BandaBlackRioOriginal

Saci Pererê (1980) - Ouça aqui o disco completo!

Sobre o disco: 

da carreira


Line-up: Oberdan Magalhães, Cristóvão Bastos, José Carlos Barroso, Lúcio J. da Silva, Jamil Joanes, Cládio Stevenson, Luis Carlos dos Santos, Jorge Barreto, Cláudio Jorge, Valdecir Machado, Luis Carlos Batera, Barrosinho

Opinião do blog:
7 - bom (instrumental excelente, vocais bem arranjados, mas as faixas cantadas são bobinhas)

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Disco do dia: One Too Many Salty Swift and Not Goodbye [Live] - Cecil Taylor

16 de mai. de 2011 comentários

O que é isso?



Ficha corrida do cara:
Nome completo: Cecil Percival Taylor
Nacionalidade: estadunidense
Carreira: 1956 até hoje
Estilo/Gênero: Jazz/Free Jazz Avant-Garde Jazz
Álbuns: (como líder): 74 até o momento
Site oficialhttp://www.ceciltaylor-art.com/

One Too Many Salty Swift and Not Goodbye [Live] (1978/1980) - Ouça aqui o disco completo!

Sobre o disco:

28º da carreira

Line-up: Cecil Taylor (piano), Jimmy Lyons (sax alto), Raphe Malik (trumpete), Ramsey Ameen (violino), Sirone (baixo), Ronald Shannon Jackson (bateria)

Cotação:
All Music Guide (0 a 5): 4,5

Opinião do blog:
10 - Obra-prima (indicado para veteranos em free jazz)

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Disco do dia: Diana - Diana Ross

11 de abr. de 2011 comentários: 2
O que é isso?



Ficha corrida da moça:
Nome completo: Diana Ernestine Earle Ross
Nacionalidade: estadunidense
Carreira: 1959 até hoje
Estilo/Gênero: Soul, Pop, Jazz/R&B, Disco
Álbuns de estúdio (carreira solo): 24 até o momento
Site oficialwww.dianaross.com

Diana (1980) - Ouça aqui o disco completo!

Sobre o disco:

11º da carreira solo


Line-up: Diana Ross (vocal), Alfa Anderson (vocal), Fonzi Thornton (vocal - Chic), Luci martin (vocal), Michelle Cobbs (vocal), Bernard Edwards (baixo - Chic), Nile Rodgers (guitarra - Chic), Tony Thompson (bateria - Chic), Andy Schwartz (teclado), Raymond Jones (teclado), Eddie Daniels (saxofone), Meco Monardo (trombone), Bob Milliken (trompete), The Chic Strings (Valerie Haywood, Cheryl Hong, Karen Milne)

Cotação:
All Music Guide (0 a 5): 3

Charts:
EUA 2º, R&B 1º (platina)
Britânico: 12º

Opinião do blog:
8 - Muito bom

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Disco do dia: Outubro - Azymuth

12 de mar. de 2011 comentários
O que é isso?



Ficha corrida da banda:
Nacionalidade: brasileira
Carreira: 1970 até hoje
Estilo/Gênero: Funk, Samba, Jazz, Fusion, Rock Progressivo, Instrumental Brasileiro
Álbuns: 26 até o momento
Site oficialhttp://www.azymuth.net/

Outubro (1980) - Ouça aqui o disco completo!



Sobre o disco:

Line-up: José Roberto Bertrami (teclado, percussão, órgão, vocoder, piano elétrico), Alex Malheiros (baixo, percussão, guitarra, vocal, violão), Ivan "Mamão" Conti (bateria, percussão, teclado), Aleuda (percussão, vocal), Gordinho (percussão), Dotó (percussão)

Cotação:
All Music Guide (0 a 5): 3

Chart:
EUA (Jazz): 26º

Opinião do blog:
7 - Bom


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Disco do dia: Os Grandes Sucessos da Bossa Nova - Pery Ribeiro

19 de fev. de 2011 comentários: 2
O que é isso?



Ficha corrida do cara:
Nome completo: Peri de Oliveira Martins
Nacionalidade: brasileira
Carreira: 1960 até hoje
Estilo/Gênero: MPB, Jazz/Bossa Nova
Álbuns: 25 até o momento
Site Oficialhttp://www.peryribeiro.com/

Os Grandes Sucessos da Bossa Nova (1980) - Ouça aqui o disco completo!


Sobre o disco:


Cantor "das antigas" já em 1980, Pery Ribeiro é um das últimas grandes vozes da MPB. Não falo isso para depreciar os cantores nacionais, é que após o advento da Bossa Nova, a escola brasileira de canto (até hoje) se caracteriza pelo canto "baixinho", ou seja, suave. Claro que existem excessões, Elis Regina é um exemplo.

Em 1980, Pery percebeu que a Bossa Nova ainda tinha força em outras praças como os Estados Unidos e o Japão, já por aqui, este estilo não atraía muito interesse, então almejou a carreira internacional. Inspirado por nomes como Sérgio Mendes e Leny Andrade, ambos com boa projeção internacional, o cantor resolveu gravar uma coletânea de sucessos do estilo para lançar lá fora como cartão de visitas. É importante frizar que Pery foi um grande intérprete da Bossa Nova desde seu surgimento na década de 50 - para quem não sabe, ele foi o primeiro intérprete de 'Garota de Ipanema' -, então ele não foi oportunista, apenas quis mostrar seu trabalho de três décadas para quem tinha interesse em ouvir, e azar o nosso que não damos o devido valor a nossa própria arte e identidade.

O fruto dessa ideia foi o álbum Pery Ribeiro Sings Bossa Nova Hits (que assim que encontrar, disponibilizarei aqui no blog), onde todas as músicas receberam versões em inglês. O resultado foi tão bom que Pery conseguiu uma bem sucedida carreira nos EUA, onde mora até hoje. Ressentidos com esse lançamento internacional, houve um certo apelo popular para que o disco também fosse lançado em território verde e amarelo, e se você clicou no play do "tocador" desse post, o está ouvindo agora (bom não?).


Se você nunca ouviu o cara...
Filho de Dalva de Oliveira e Herivelto Martins, Pery começou cedo na música. Dono de um timbre belo e cristalino, foi um dos melhores intérpretes da Bossa Nova.


Após o arrefecimento da popularidade do estilo no Brasil, seguiu para a carreira internacional na década de 80 onde se apresentou ao lado de outros artistas brasileiros radicados por lá como Sérgio Mendes e Leny Andrade. Lá representou a música brasileira, além de cantar standards de Jazz.


Baixe o disco no Mundo das Coletâneas!

Disco do dia: Glass Houses - Billy Joel

7 de fev. de 2011 comentários
O que é isso?



Ficha corrida do cara:
Nome completo: Willian Martin Joel
Nacionalidade: estadunidense
Carreira: 1964 até hoje
Estilo/Gênero: Rock, Pop, Jazz, Clássico
Álbuns de estúdio: 13 até o momento
Site oficialhttp://www.billyjoel.com/us/home

Glass Houses (1980) - Ouça aqui o disco completo!


Sobre o disco:

Grammy Award Winner


Line-up: Billy Joel (teclado, piano, vocal, gaita, acordeon), Dave Brown (violão, guitarra), Richie Canatta (órgão, flauta, saxofone), Liberty DeVitto (bateria, percussão), Russell Javors (violão, guitarra), Doug Stegmeyer (baixo).

Cotação:
All Music Guide (0 a 5): 4,5

Charts:
EUA:
Noruega:
Japão:
Grã-Bretanha:
Áustria:
Suécia:
Nova Zelândia:
Austrália:

Depois de participar em 1979 do histórico encontro de artistas em Cuba, o Havana Jam que contou com a presença de grandes nomes como o Weather Report, Kris Kristofferson, Rita Coolidge, Stephen Stills e vários músicos cubanos de alto nível, Billy Joel voltou inspirado para compor mais um álbum bem sucedido tanto de público - ficou em primeiro lugar nos Estados Unidos e nas primeiras posições em diversos charts pelo mundo - e da crítica, obtendo quase que as notas máximas. Várias faixas tornaram-se singles de sucesso: 'You Maybe Right', 'Close to the Borderline', 'Don't Ask Me Why', 'Sometimes a Fantasy' e 'It's Still Rock 'n' Roll To Me'. Glass Houses trouxe para Joel o Grammy de "Melhor cantor de rock" do ano de 1981.

O álbum contou com a produção competente de Phill Ramone e traz em seu conteúdo uma coleção de rocks diretos e perfeitos para as fms. É também um material típico para arena: limpo, energético e inspirador. Além de todas as músicas já mencionadas, destaco ainda 'All For Leyna', que é formada por um agradável arranjo. O resultado final é brilhante. Bela pedida para os fãs do rock tradicional e do pop. O disco pode ser comercial, mas nem por isso tem baixa qualidade. Confira!

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Se você nunca ouviu o cara...
Espécie de Elton John estadunidense, Billy Joel é um dos artistas mais amados em seu país. Compositor brilhante de vários hits, é um dos maiores campeões em venda de álbuns da história.

Escreveu diversas músicas de qualidade para vários estilos como rock, pop, broadway, jazz e até música clássica! Músico de alto gabarito e exímio instrumentista, mas evita compor de forma rebuscada. No Brasil, obteve sucesso principalmente com a balada 'Just The Way You Are'.

Quem Me Levará Sou Eu - Dominguinhos

22 de jan. de 2011 comentários
O que é isso?



Ficha corrida do cara:
Nome completo: José Domingos de Moraes
Nacionalidade: brasileira
Período de atividades: 1960 até hoje
Estilo/Gênero: Baião, Bossa Nova, Xote, Choro, Forró, Jazz
Álbuns: 42 até o momento
Site oficialhttp://www.dominguinhos.art.br/v2/

Quem Me Levará Sou Eu (1980) - Ouça aqui o disco completo!



Se você nunca ouviu o cara...
Seu nome artístico foi uma sugestão de Luiz Gonzaga, que considerou que o apelido de infância, Neném, não o ajudaria na trajetória artística. Com a sanfona ganha do próprio Gonzagão, passou a percorrer o interior do Rio de Janeiro na companhia dos irmãos, apresentando-se em circos e arrasta-pés. 

Em 1957, aos 16 anos, fez sua primeira gravação, tocando sanfona num disco de Luiz Gonzaga, na música "Moça de feira", de Armando Nunes e J.Portela. No mesmo ano, em viagem ao Espírito Santo, com Borborema e Miudinho, formou um trio, batizado de Trio Nordestino. Tomou contato com outros ritmos musicais e aprendeu a tocar samba e bolero. Voltou ao Rio de Janeiro e formou um conjunto que passou a atuar em dancings, boates e inferninhos nas zonas da malandragem. Tocou na gafieira Cedo Feita, Churrascaria Gaúcha, boate Babalaica e Dancing Brasil. Ainda na década de 1960, tocou no regional do Canhoto juntamente com Meira, Dino e Orlando Silveira acompanhando artistas de Rádio. Em 1965, foi convidado por Pedro Sertanejo, então diretor da recém-inaugurada gravadora Cantagalo, para gravar um LP destinado ao público migrante nordestino e, com isso, voltou a tocar forrós e baiões. Em 1967, fez parte de uma excursão de Luiz Gonzaga ao Nordeste, como sanfoneiro e motorista. Também fazia parte do grupo a cantora pernambucana Anastácia. Os dois iniciaram então uma carreira artística conjunta e um relacionamento amoroso, que os levou ao casamento. Observado pelo empresário Guilherme Araújo tocando num show de Luiz Gonzaga, em 1972, foi convidado por ele a trabalhar com Gal Costa e Gilberto Gil. (mais no próximo artigo sobre o artista!) - extraído do Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

Marisa Gata Mansa

18 de dez. de 2010 comentários
Quem é a moça:

Marisa Vertullo Brandão.

O apelido gata mansa ela recebeu do jornalista Djalma Sampaio por causa de seu jeito calmo de falar. Nascida numa família entusiasta da boa música, cresceu nesse ambiente que a incentivou a cantar. Foi casada com o compositor e pianista César Camargo Mariano, que compôs em sua homenagem a música Marisa, tema da cerimônia religiosa de seu casamento com o compositor. Marisa gravou o primeiro compacto, de 78 rotações, Você Esteve com Meu Bem, de João Gilberto e Russo do Pandeiro, pela RCA Victor. Uma trajetória marcada por um viés jazzístico, foi crooner do Golden Room do Copacabana Palace e substituindo Dolores Duran no bacará. Típica voz de bares noturnos, cantava no Beco das garrafas, ao lado de outros nomes da bossa nova.

Marisa Gata Mansa (1980) - Ouça aqui o disco completo!



César Camargo Mariano & Cia

11 de dez. de 2010 comentários
O que é isso?



Ficha corrida do cara:
Nome completo: Antônio César Camargo Mariano
Período de atividades: 1962 até hoje
Estilo/Gênero: MPB, Jazz/Instrumental Brasileiro, Fusion
Álbuns: 30 (solo + Som 3 + Prisma + outros)
Site oficialhttp://www.cesarcamargomariano.com/

César Camargo Mariano & Cia (1980) - Ouça aqui o disco completo!



Sobre o disco: 

Eclético. Talvez essa seja a melhor definição para esse ótimo álbum lançado por Cesar Camargo Mariano em 1980. Trás ritmos brasileiros, latinos e o jazz em uma combinação de bom gosto. Todas as faixas são instrumentais e variam muito os instrumentos solistas, as vezes é o piano de Cesar, outras vezes o violão, a guitarra, etc. Há a participação de vocais, mas aqui eles funcionam como instrumentos dos arranjos, ou seja, compõem a harmonia através de belos vocalizes e acordes.

Os andamentos de algumas faixas são lentos, em outras animados e há músicas que alternam os dois tipos. As obras são complexas mas não chegam a extrapolar muito os padrões ao ponto de causar estranhesa no público médio. Alguns poucos arranjos soam datados, mas no geral, trata-se de uma obra atemporal.

Ótimo para ouvir, mas para ouvir com atenção.

Se você nunca ouviu o cara...
Um dos instrumentistas brasileiros mais conceituados nacionalmente e internacionalmente. Pianista, compositor, produtor e arranjador. Foi  casado com as cantoras Marisa Gata Mansa (logo a ouviremos na serie "O Brasil não conhece o Brasil") e com Elis Regina, com quem teve dois filhos que hoje são cantores: Pedro Mariano e Maria Rita.

Fica à vontade para compor e tocar em diversos estilos musicais. Ficou muito conhecido por integrar os conjuntos Som 3 (referência do instrumental brasileiro/jazz) e Prisma (um dos poucos conjuntos chamados "gospel" de alto nível técnico).

Já recebeu diversos prêmios importantes em sua carreira, dentre eles o Grammy em 2006 pelo conjunto da obra.

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Sit Down and Talk to Me - Lou Rawls

1 de dez. de 2010 comentários
O que é isso?



Ficha corrida do cara:
Nome completo: Louis Allen Rawls
Nacionalidade: estadunidense
Período de atividades: 1955 até 2006
Estilo/Gênero: Soul, R&B, Blues, Jazz
Álbuns de estúdio: 55
Site oficialhttp://www.lourawls.com/

Sit Down and Talk to Me (1980) - Ouça aqui o disco completo!



Sobre o disco

Cotação:
All Music Guide (0 a 5): 3

Charts:
E.U.A. 19º (R&B), 81º (Pop)

Na época em que lançou esse álbum, Low Rawls era um grande nome do R&B que havia aproveitado a onda disco dos anos 70 para adquirir sucesso internacional e lançar alguns trabalhos com boa aceitação popular. Só que no final da década, a disco music havia sofrido um grande baque com os movimentos liderados principalmente pelos rockeiros, que colaboraram para a quase total extinção da moda das discotecas.

Sempre atento ao gosto popular, o experiente Low Rawls resolve retornar ao R&B e lança Sit Down And Talk To me, um disco que explora o belo timbre do cantor em melodias simples, quase grudentas, uma espécie de aposta na "fórmula do sucesso". 

A proposta quase dá certo, o disco teve uma boa recepção entre os fãs do estilo, mas passa meio desapercebido do público em geral. Nenhuma das faixas se destaca do todo tornando o álbum regular. Longe de ser uma má experiência auditiva, apenas indiferente.


Se você nunca ouviu o cara...
Um excelente cantor do tipo "vozeirão". Intérprete de grandes sucessos românticos, disco, R&B e até de jazz.


Apesar de ter grande talento para enveredar por caminhos musicais mais "sérios", resolve dedicar a maior parte de sua carreira para a música popular das fms.


Crooner gabaritado, Rawls era sempre uma excelente escolha para bailes da alta sociedade, onde esbanjava categoria e elegância.

Os Melhores Discos que já Ouvi (Anos 50)

12 de nov. de 2010 comentários
Festa dos anos 50!

Série: Acervo Sons, Filmes & Afins


In The Wee Small Hours - Frank Sinatra (1955)
Para mim, Frank Sinatra tem a voz masculina mais bonita de todos os tempos.
Esse disco em especial, traz uma ótima coleção pra ouvir bem baixinho com a luz apagada e abraçadinho com seu amor.
Uma experiência muito agradável dormir ou acordar com esse album tocando.

Escute uma faixa! - http://www.youtube.com/watch?v=5ImGP33hcc4

The Wildest! - Louis Prima (1956)
Certamente (para mim) o disco mais divertido dos anos 50.
Louis Prima era bem maluco cantava e tocava trompete fazendo a maior festa! Fazia um "mix" de swing com o rock que estava surgindo e a banda "mandava brasa".
Músicas despretensiosas, feitas pra alegrar o ambiente.
Louis Prima era rei em sua época e, como diz o nome do LP ele era "O SELVAGEM!"
Para se divertir, clique - http://www.youtube.com/watch?v=8Ha1TP8lMv8

Ellington At Newport 1956 (1956)
O senhor Ellington é considerado por muitos o maior compositor da música norte-americana.
Ele era um ótimo pianista mas o seu instrumento mesmo era sua orquestra - excelente tecnicamente e nas interpretações.
Músicas fantásticas gravadas ao vivo com solos perfeitos.
Pra quem gosta de swing, este talvez seja o melhor disco do gênero. Disco para ouvir com atenção, aconselho apenas para os iniciados no gênero, os iniciantes devem deixá-lo pra depois.
http://www.youtube.com/watch?v=T5SsZ-TqFsA

Brilliant Corners - Thelonious Monk (1957)

Thelonious Monk era louco (sério! Até passou uma temporada no hospício!) e também genial.
Foi um dos inventores do Be Bop junto com Charlie Parker e Dizzie Gilesppie. Digamos que o Be Bop é o "Heavy Metal" do jazz.
O cara é um dos músicos/compositores mais originais que já ouvi e esse disco mostra bem isso. Esse é só pra amantes do gênero ou curiosos.
Conheça um trecho - http://www.youtube.com/watch?v=QB5VU2eKh2c


Birth Of The Cool - Miles Davis (1957)

Esse, sem dúvida, é um dos meus músicos favoritos: Miles Davis.
Esse disco é histórico! Miles é considerado o precursor de vários gêneros do jazz e esse album é citado como o marco inicial do Cool Jazz, variação que inclui música clássica em sua receita. Nada de virtuosismos exagerados, as notas são usadas na medida certa.
Reza a lenda que foi o Cool Jazz que influenciou o João Gilberto a bolar a nossa Bossa-nova. Imprescindível para todo o amante de música!


Lady In Satin - Billie Holiday (1958)
Confesso que não sou fã da Billie Holiday, mas esse disco... Como é belo e, principalmente sofrido...
Ela já não tinha uma voz lá essas coisas e, nessas gravações, menos ainda. Porém, que interpretação formidável! A orquestra e os arranjos do sr. Ray Ellis são soberbos.
Se você está com depressão, não ouça, é perigoso! Recomendo que você escute esse sozinho. Eu chorei.

Kind Of Blue - Miles Davis (1959)
Puxa, o que dizer deste aqui. Provavelmente é O MELHOR DISCO QUE JÁ OUVI DE TODOS OS TEMPOS!
Imagine juntar os melhores músicos (lendas!) de seus respectivos instrumentos, num estúdio sem ensaio nem nada e apresentar alguns temas e dizer: "vamos tocar". Aposto que você imaginou uma viagem doidona! E se eu acrescentar que a turma tinha que improvisar em cima de escalas modais? Piorou? Cacofonia e virtuosismo vazio? Meu, acredite se quiser, um álbum tranquilo, belo, sutil, preciso, original, GENIAL!! Escute esse disco e mude seus conceitos sobre música! http://www.youtube.com/watch?v=4sDeysxjvrQ

Time Out - The Dave Brubeck Quartet (1959)
Um dos discos mais populares (e vendidos!) do gênero de todos os tempos.
Esse é legal até pra iniciantes no jazz. Gostoso de ouvir, animado. Bela pedida!
Não sei se vovó ouvia esse mas, se não ouvia, perdeu. Quebre seus discos do Richard Clayderman e do Ray Conniff e coloque esse no lugar! - http://www.youtube.com/watch?v=JAydqZwnpBo

Publicado originalmente no dia 16/09/2009
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