Lema da Central Musical: Anos 80

Não é necessário gostar de tudo, mas por que não conhecer? - Uma audição crítica de todos os álbuns lançados na década de 80.

Disco do dia: Sacred Songs - Daryl Hall

17 de fev de 2011 comentários
O que é isso?



Ficha corrida do cara:
Nome completo: Daryl Franklin Hohl
Nacionalidade: estadunidense
Carreira: 1967 até hoje
Estilo/Gênero: Pop, Rock, Soul/R&B, Blue-Eyed Soul
Álbuns de estúdio (carreira solo): 5 até o momento
Site oficialhttp://www.hallandoates.com/

Sacred Songs (1980) - Ouça aqui o disco completo!



Sobre o disco:


Line-up: Daryl Hall (vocal, teclado, mandar), Robert Fripp (guitarra, efeitos), Roger Pope (bateria), Kenny Passarelli (baixo), Caleb Quaye (guitarra), Charles DeChant (saxofone, backing vocals), David Kent (backing vocals), Brian Eno (teclado), Phil Collins (bateria), Tony Levin (baixo), Jerry Marotta (bateria), Sid McGinnes (guitarra pedal steel)

Cotação:
All Music Guide (0 a 5): 4,5


Chart:
EUA - 58º


Daryl Hall é muito mais conhecido por seu trabalho pop na banda Hall & Oates, mas também investiu em uma carreira solo mais artística, a qual foi iniciada por este disco que apresento hoje, Sacred Songs. O álbum foi uma parceria entre Hall e o guitarrista Robert Fripp (King Crimson) e apesar de ter sido lançado em 1980, havia sido gravado em 1977. A gravadora segurou o álbum pelo motivo de sempre - por não julgá-lo comercial - e não é mesmo, mas apesar disso, talvez impulsionado pelo sucesso de Hall & Oats, teve boa vendagem.

A crítica celebrou este álbum e passou a considerar Hall como um dos melhores artistas de Blues-Eyes Soul de sua geração. O disco conta com as participações do próprio Fripp e de Tony Levin, da festejada banda de Rock Progressivo King Crimson; Phil Collins (Genesis) e do artista do minimalismo Brian Eno. A mistura inusitada resultou em faixas também inusitadas, nenhum hit foi produzido por esse trabalho. As letras exploram o misticismo e o exoterismo, artigos do interesse de Hall.

A experiência de ouvir esse disco foi um pouco traumática, as faixas que compoem o lado A trazem os vocais de Hall (que considero bons) sempre em tons altos e estridentes, mantendo um limite de extensão de no máximo uma oitava, quase que independentes da harmonia, como se não se importasse com ela. Algo semelhante ao método utilizado por David Byrne (Talking Heads), que confesso não me agradar. Muito diferente das melodias muito bem encaixadas das músicas de Hall & Oates. Já o lado B, apresenta faixas mais melodiosas e de mais fácil absorção.

Apesar de utilizar elementos do estilo pop, achei Sacred Songs um álbum difícil de ouvir e de gostar. Convido o leitor a conhecer e deixar sua opinião sobre ele. Diga-nos como foi sua experiência de ouví-lo!

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Se você nunca ouviu o cara...
Apesar de não possuir grande técnica vocal, tem um bom timbre e grande extensão. Sua voz atinge notas altas, dignas de um tenor.

Mais conhecido por fazer parte da dupla pop Hall & Oats, Daryl Hall tem um trabalho solo respeitado artisticamente que contou com a parceria do renomado músico e produtor Robert Fripp.

Enquanto as músicas de Hall & Oates são perfeitas para cair no gosto popular através das fms, o Daryl Hall solo é mais difícil e segmentado. 

Obteve muito sucesso em sua carreira, principalmente na década de 80, o que lhe valeu a participação no célebre encontro para a gravação do hit 'We Are The World'

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